Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone em 1876, ele o criou com a única função de transmitir a voz para proporcionar comunicação a distância.

Hoje usamos nossos telefones para fazer muito mais que ligações. Usamos o telefone como calculadora, para ler livros, como agenda, GPS, câmera fotográfica, para ouvir música, surfar na internet, e até como lanterna! Os telefones evoluíram para atender novas necessidades. Mas nós ainda o chamamos simplesmente de “telefone”.

Quando o Seguro de Vida foi inventado há mais de 400 anos também fazia somente uma coisa: proteger financeiramente a família de um segurado no caso da sua morte prematura. E assim como o telefone, o Seguro de Vida evoluiu para atender novas necessidades.

Com os avanços da medicina moderna, sofrer de uma doença crítica como um ataque cardíaco, derrame ou câncer não resulta mais necessariamente em morte.  Na verdade, 90% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco sobrevivem.

É nesses casos que o novo tipo de seguro de vida entra em cena. Esse seguro funciona não somente como algo que você deixa para a sua família, mas também permite que você receba benefícios no caso de uma doença crítica, crônica ou terminal.

Duas coisas sempre acontecem quando alguém sofre uma doença grave: suas despesas aumentam e a sua renda diminui. Quando isso acontece por um longo período de tempo, as dificuldades financeiras e, muitas vezes as dívidas, começam a aparecer. Prova disso é que mais de 60% das falências nos Estados Unidos são consequência de uma doença crítica na família.

Com os Benefícios em Vida, o assegurado tem a opção de receber adiantado uma parte do seu benefício para ajudar com todas as despesas. Não somente as despesas médicas, mas todas as despesas do dia-a-dia.  Afinal as contas não param de chegar porque alguém ficou doente.

Uma cliente da nossa empresa em Atlanta lutou por 3 anos contra um câncer de mama até receber o prognóstico de no máximo um ano de vida. Ela usou os Benefícios em Vida da sua apólice para fazer um transplante de medula óssea que custou mais de $100,000. Ela não teria tido esse dinheiro e o procedimento não teria sido coberto pelo seguro de saúde pois era experimental na época. O transplante (e os Benefícios em Vida!) salvaram a vida dela.

Que tipo de seguro de vida está protegendo a sua família? Entre em contato conosco: agende seu horário aqui ou ligue para 754-265-0461.

 

Publicado originalmente por Marina Couto no blog Brasileirinho.com